domingo, 9 de maio de 2010

Mães e pães...

Antes de mais nada... parabéns mamãe... sou agradecido a Deus por você ser minha mãe.
Tive uma sorte que muitas pessoas não tem: a de ter uma mãe jovem, linda, alegre e bem humorada! Uma mãe que cuidou de mim quando eu era pequeno e que cuida de mim sempre que preciso até hoje. (Ou quando ela acha que eu preciso!)
Lembro de coisas deliciosas da minha infância... e todos nós deveríamos fazer esta viagem hoje...
Lembro de quando ela servia pão caseiro com manteiga... a manteiga geladinha cortada meticulosamente numa fatia nem muito fina nem muito grossa, sobre uma deliciosa fatia de pão que só ela sabia fazer... e tudo isso arrumado num prato de forma a encher os olhos... servido com carinho...
Com minha mãe aprendi a amar... o modo dela amar é modo como eu amo... gosto de pôr à mesa... servir quem amo... com o meu melhor... gosto de fazer pão... de cozinhar... de servir... sei que parece "pensamento de arigó" como diria o gaudério, mas gosto de sentir-me útil para quem amo...
Hoje é um dia para se comemorar com a sua mãe... e para lembrar das que já se foram... é também um dia para se refletir... pensar sobre as novas conjugações familiares... e as novas funções familiares...
Há por exemplo, recentemente, casos como o meu... em que o pai assume muitas das responsabilidades que deveriam ser inerentes à figura da mãe... e surge a fusão de pai e mãe numa única persona: o Pãe.
A coisa é tal, que hoje recebi os parabéns pelo dia das mães! Amigos que reconhecem em mim os cuidados maternos que despejo sobre minha filha!
Há ainda poucos "pães" por aí... mas com a mulher assumindo na sociedade um lugar cada vez mais proeminente no mundo do trabalho... a tendência é, enfim, desta situação de pais que são mães também, ser cada vez mais comum.
Então quero deixar o meu abraço a todas as mães e todos os "pães" que conheço!
Pois é no cuidado materno que se manifesta o carinho de Deus pelos homens...
A Bília diz no livro de Isaías 49:15: Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti.

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