quarta-feira, 28 de abril de 2010

Psicanálise e Neurociência II - (continuação...)

Vejo que há na nossa sociedade dois tipos básicos de família: a que o pai manda, e a que a mãe manda. Apenas estes dois tipos de família é que fazem a diferença relevante ao que digo nesta análise, no comportamento das pessoas beirando os 30 anos.

Onde o pai é mandão,vamos dizer assim, a filha mulher, cresce se relacionando com um homem durão. Vendo a mãe ser submissa. Ela cresce e decide que não quer viver como a mãe. Ela quer um homem sensível. Que traga flores, que escreva poesias, que goste de filmes estilo comédia romântica...

O problema é que quando ela encontra este homem, simplesmente não sabe o que fazer com ele! E não sabe, porque foi treinada para dar resposta aos estímulos que está acostumada desde a infância. A informação que entra nos neurônios desta criatura é nova. E não é considerada pelo cérebro como um estímulo. Daí que ocorre de ser comum ver mulheres que sonham com um homem sensível, deixando o sensibilóide, para ficar com um orangotango grosso e bombado! Que todas as quartas a abandonará para jogar futebol com seus amigos paquidermes! E ela fica apaixonada por este idiota...

No outro modelo familiar, a mãe é que manda, e o pai é um bundão que só obedece. A menina criada neste lar recebe um estímulo, que com o tempo cria o seguinte efeito, ou ela quer um homem para ela mandar nele, ou ela quer uma mulher pois a imagem que ela faz de homem foi assumida pela mãe dela. O pai não provoca estímulo nenhum neste pobre ser. Estas se relacionam com homens de forma muito lúdica... sentem-se perdidas... não demora para se sentirem muito magoadas com a realidade... (que homem
tem vontades e desejos, sendo novidade para ela, pois seu pai nunca demonstrou nada disso pela mãe) e começam a se armar para a guerra do amor. Tornam-se mulheres inconquistáveis.

E... ah... não quero mais escrever sobre isto... porque não tenho a menor noção do que estou escrevendo... não tem fundamento. Tudo isso que eu escrevi é esterco cultural... espero que ao menos tenham rido um pouquinho...

Querem saber?

To nem aí!

Prometo que amanhã escrevo algo menos cabeça e mais leve...

Abraços...

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